Marcus Lontra Costa |
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Há, latente nas suas obras, uma espécie de apelo à ordem, uma organização formal que se realiza através da modulação e do ritmo. Extremamente gráfica, em qualquer suporte (as suas instalações aludem à religião, aos objetos de culto, aos totens e, por extensão, à sexualidade e a perversão que pode ser encontrada nas garatujas infantis e no grafismo que releva uma poética de pequenas crueldades e doces belezas), em qualquer técnica, aspira a uma espécie de serenidade atemporal, compreendendo a arte como atividade de essência do ser. Suas linhas, suas ripas, seus labirintos são metáforas de intricado e surpreendente jogo que se une sensibilidade e inteligência, rigor e paixão.
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Maxim Malhado nasceu em Ibicaraí, Bahia, em 15 de janeiro de 1967. Mora em Salvador, Bahia. Começou a expor a partir de 1995, tendo sido premiado sete vezes nos Salões Regionais da Bahia e em 2001 recebido o Prêmio Aquisição no VIII Salão do Museu de Arte Moderna da Bahia.
Entre suas exposições: 2001- Salão Nacional de Goiás; Rumos Itaú Cultural - Edição 2001-2003; 2003- Salão Nacional de arte do Pará; Salão Nacional de Curitiba-PR; 2004- 24 Bienal Internacional de Arte de São Paulo.
Sua obra está nos seguintes acervos: Galeria ACBEU, Salvador/Bahia; Projeto Salvador Porto e Mar – Codeba; Centro Cultural Danneman, São Felix/Bahia; Instituto Cultural Brasil-Alemanha/ICBA, Salvador/Bahia; Museu de Arte Moderna da Bahia.
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