Denise Mattar |
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Caetano opta pela tessitura da matéria que ele vai habilmente adensando até fazer dela um corpo. Algumas vezes esse corpo se torna tão presente que se abre em feridas, feridas dentro das quais entrevemos cores vivas, meio em segredo... Sua obra é aparentemente contida, seus tons suaves, mas dentro dessa suavidade podemos ouvir um grito silen-cioso, um grito que nos desperta para nossa condição humana.
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Caetano Dias é considerado pela crítica nacional como um dos mais importantes artistas surgidos nos últimos anos na Bahia. Iniciou sua carreira pela intervenção urbana, com realização de pinturas em espaços públicos em Salvador. Atualmente, sua obra não privilegia um suporte ou técnica, trabalhando com vídeo, pintura, obras tridimensionais, instalação multimídia e fotografia digital.
Começando a expor individualmente desde 1989, Caetano Dias nasceu em Feira de Santana, Bahia, em 1959, tendo participado de exposições importantes representando a Bahia e o Brasil como XVIII Festival de La Peinture, Chateu Museé Grimaldi – Cagnes-Sur-Mer – 1996, França; The Brazilian Northeast Festival Contemporary Art Liberty Street Galery – New York/USA; Bahia Ahora – Centro Cultural Ramón Alonso Luzzy – Cartagena/ Espanha, Feira Internacional de Arte (Estados Unidos), e de coletivas como o 1º Salão Baiano de Artes Plásticas/Museu de Arte Moderna – Salvador/BA (1988); VII Salão Paulista de Arte Contemporânea – Fundação Bienal de São Paulo/SP (1989); Salão de Arte Contemporânea – Museu de Arte Contemporânea – Olinda/PE (1992); VI Bienal Nacional – Santos/SP (1993); II Salão da Bahia – Museu de Arte Moderna – Salvador/BA; Museu de Arte Moderna – Rio de Janeiro/RJ; Núcleo de Arte Contemporânea – João Pessoa/PB; Museu de Arte Contemporânea – Olinda/PE; III Salão da Bahia – Museu de Arte Moderna – Salvador/BA; Referência Galeria de Arte – Brasília/DF (1997); Galeria Unama – Belém/PA; Arte Contemporânea da Gravura – Museu Metropolitano da Arte – Curitiba/PR; Galeria Acbeu – Salvador/BA (1998); Bahia à Paris – Galeria Vivendi – França; Salão da Bahia - Museu de Arte Moderna – Salvador /BA (2000); Rede de Tensão – Paço das Artes – São Paulo/SP (2001).
Possui individuais com mostras no Brasil – Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro, Olinda, João Pessoa, Belém, Brasília, Feira de Santana, Recife, Santos, São Félix, Curitiba –, e no exterior – New York (Neuhoff Galery), Paris (Galerie Vivendi), Havana (Casa das Américas), tendo recebido como prêmios: Salão Metanor/Copenor de Artes Visuais - Museu de Arte – Salvador/BA (1986); VII Salão da Bahia – Museu de Arte Moderna – Salvador/BA (2001). Nos últimos anos participa das mostra “Estratégias Barrocas”, no Centro Metropolitano de Quito, Equador, Em 2004, participa da mostras “Paralela 2004”, em São Paulo, SP, e neste mesmo ano integra a participação brasileira da Bienal “Barro de América”, Centro de Arte de Maracaibo Lia Bermudez 2004, Maracaibo, Venezuela, e realiza a exposição “Hiper Relações”, Santander Cultural em Porto Alegre, RS. Possui obras nos seguintes acervos: Banco Interamericano de Desenvolvimento – Brasília DF; Casa de las Américas – Havana (Cuba); Centro de Arte Contemporâneo Wifredo Lam – Havana (Cuba); Museu de Arte Contemporânea - Feira de Santana BA; Museu de Arte Moderna – Salvador BA; Teatro Castro Alves - Salvador BA; Unama. Galeria de Arte – Belém PA; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro RJ; Coleção Gilberto Chateaubriand.
Caetano Dias vem recolhendo apreciações críticas das mais importantes, onde se destaca, entre outras, a de Denise Mattar: Caetano opta pela tessitura da matéria que ele vai habilmente adensando até fazer dela um corpo. Algumas vezes esse corpo se torna tão presente que se abre em feridas, feridas dentro das quais entrevemos cores vivas, meio em segredo.... Sua obra é aparentemente contida, seus tons suaves, mas dentro dessa suavidade podemos ouvir um grito silencioso, um grito que nos desperta para nossa condição humana. A de Risoleta Cordula, Sua palheta sensível e elegante caracteriza-se por todas as gamas de cores quentes com uma predileç&ati
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