Antonio Henrique Amaral
 Edward J. Sullivan

Amaral ocupa um lugar de destaque na história da arte brasileira do século XX. Seus elos com o Modernismo do passado são óbvios. Suas associações familiares com Tarsila do Amaral são muito menos significativas do que as afinidades estéticas e criativas que tem com o seu trabalho. Por um lado, Amaral é um mestre do figurativo, mas, ao mesmo tempo, há nele um elemento que o liga ao impulso construtivista, tão poderoso na arte brasileira e na de muitos outros países da América Latina.

Nasceu em São Paulo, São Paulo, em 1935. De 1939 a 1941, reside com a família em Buenos Aires. Em 1952, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, estuda desenho com Roberto Sambonet e em 1957 gravura com Lívio Abramo. Nesse mesmo museu vem a realizar a sua primeira individual, em 1958, reunindo gravuras. Em 1959 segue para Nova York com bolsa de estudos para o Pratt Graphic Institute, com orientação de Shiko Munataka. Dedica-se à xilogravura até 1967. A partir de então passa a se dedicar à pintura, criando a metáfora das "bananas", fase a que chamou Brasiliana, e que, como linha temática, permanece até hoje. Entre as várias premiações que conquistou, vale destacar: em 1971, Prêmio de Viagem ao Exterior no Salão Nacional de Arte Moderna. Tem realizado diversas coletivas e individuais no Brasil e no exterior. Mora em São Paulo, após curto período em Nova York (1973-1975).

 

 


 

Rua Dr. Chrysippo de Aguiar - Corredor da Vitória, Salvador, Bahia, Brasil. 40081-310 -
Tel.: (71) 3267.0930 - paulodarze@terra.com.br

j