Depoimento de Mario Cravo Júnior “Eu não tinha capacidade e não tenho até hoje, a verdade seja dita, desse senso disciplinar, de uma dependência a uma temática, por exemplo, eleita. Isso foge. É possível que esta insegurança – veja bem que eu vou usar esta palavra -, esta instabilidade, seja uma das chaves da minha [...]
Veja mais >
Na Paulo Darzé Galeria de Arte o escritor Claudius Portugal entrevista o artista…
Veja mais >
Cristina Sá iniciou em 1996, participando de coletivas em São Paulo, cidade onde…
Veja mais >
Uma homenagem da TVE Bahia, ao artista baiano Mário Cravo…
Veja mais >1. Como foi efetivado o seu processo de criação para esta mostra. Uma imagem? A fotografia? Este é o melhor identificador como sendo o ponto de partida para estes trabalhos? E como foi a sua técnica ao desenvolvê-los?
Todo meu trabalho está associado a imagem, a fotografia antecede o que eu poderia identificar como o ponto de partida. Ao revisitar a fotografia no plano pictórico, encontrei o início do desdobramento. A técnica surgiu com a pintura, as coisas vão acontecendo, o gesto, o chapado, os textos. Me utilizei de tinta acrílica, óleo, esmalte sintético, e impressão digital.
2. Esta técnica possibilita ao público enxergar novas figuras nas figuras elaboradas por você sobre tela ou aço e tornar-se parte da obra? É esta uma intenção que a obra traz com ela?
Sim, através da técnica, consegui o espelhamento, assim como aço, trago essa aproximação entre o espectador e a obra, há uma troca mútua de identidades.
Veja mais >