Identidade Visual Paulo Darze
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      ARISTIDES ALVES – O Eixo de Oju

      A fotografia roubava almas/almas eternizavam sonhos/sonhos enveredavam por portais em noites infinitas/à procura de palavras/palavras riscavam-se em céus/e penetravam a terra enraizando imagens/imagens contavam histórias/e inventavam sentidos. Marcado por este texto de sua autoria, Aristides Alves faz 40 anos de fotografia. Para comemorar a data realiza lançamento do livro O Eixo de Oju, com cinco ensaios autorais que permearam a sua trajetória, sendo três inéditos, acompanhado de um prefácio de Diógenes Moura, escritor e curador de fotografia, e uma exposição com 40 trabalhos em p/b e cor, com dimensões variadas. A abertura da exposição e o lançamento do livro será no dia 18 de abril, das 19 às 22 horas, permanecendo a mostra aberta ao público, até o dia 13 de maio.

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        Hildebrando de Castro

        Entrevista de Hildebrando de Castro concedida ao escritor e crítico de Arte Claudius…

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      • ToussaintMufraggi_Portraits©JacquesMaton-9370

        Entrevista

        Toussaint Mufraggi

        Você nasceu e vive na Córsega. O que a sua terra para a…

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      • Miniatura do Vídeo da Entrevista de Sérvulo Esmeraldo

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        Entrevista de Sérvulo Esmeraldo, escultor, gravador e desenhista, para o crítico de arte Claudius…

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      João Farkas

      A poética. A construção de seu projeto poético. Como é o processo de sua criação?

      Tendo a origem de minha trajetória mais ligada ao documental ou fotojornalismo não sei se podemos falar tão claramente em processo de criação. Nos casos da fotografia documental me parece que o peso maior está de um lado na escolha dos assuntos ou sujeitos e de outro lado na construção de um estilo, ou um “modo de ver” as coisas ou o tal “olhar do fotógrafo". Ao contrário da fotografia mais intervencionista, onde se trabalha “construindo” imagens, no meu caso trata-se mais de “encontrar” as imagens. A maneira como gosto de trabalhar é através de ensaios profundos que mergulham em um determinado assunto, na tradição do ensaio fotográfico, em que o conjunto das imagens tem que ser muito maior do que a soma das imagens individuais. Esta maneira de trabalhar é o inverso do encontro ocasional de imagens espetaculares. O que se procura, se cultiva, se invoca, são imagens que possam a um tempo dar conta daquilo que se vê e se vive e possa também ajudar na construção de uma percepção abrangente e profunda daquele mundo/assunto que se quer retratar.

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